sábado, 13 de abril de 2019

Estudo da NASA com astronautas gêmeos mostra que missões espaciais não afetam o cérebro

Quais são os efeitos e mudanças corporais que viagens interplanetárias fazem ao corpo? Há mudança genética ou nos sinais vitais após um longo período no espaço? Um novo estudo da NASA, a agência espacial norteamericana, que recentemente anunciou a primeira caminhada espacial completamente feminina, trouxe novas respostas para essas perguntas e, para isso, utilizaram uma metodologia interessante: o experimento reuniu dois irmãos gêmeos astronautas.

Um deles foi ao espaço e outro ficou na Terra. Scott e Mark Kelly tiveram seus sinais vitais minuciosamente monitorados para checar se houve alguma mudança do gêmeo que estava em órbita (Scott) que não aconteceu no que estava aqui (Mark).

A resposta é sim, houve mudança, mas nada de preocupante. A conclusão é que o corpo humano permanece robusto e resiliente mesmo após quase um ano no espaço. Scott ficou em missão por 340 dias.

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